quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Assiste Raúl Castro a abertura de Feira Internacional do Livro

Com a presença de Raúl Castro, primeiro vice- presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, ficou inaugurada nesta quinta-feira (14) a XVII Feira Internacional do Livro, a que se celebrará até o próximo dia 24 na Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, em Havana

Em declarações à imprensa, o também Ministro das Forças Armadas Revolucionárias (FAR) elogiou a originalidade do pavilhão da Galiza, nesta ocasião convidada de Honra ao encontro das letras.

Também participaram da abertura da importante festa da literatura, os membros do Bureau Político do Partido Comunista de Cuba Carlos Lage, Esteban Lazo, Ricardo Alarcón e Abel Prieto.
Ángela Bugallo, conselheira da Cultura e Esportes da Junta da Galiza, disse que o convite de Cuba a participar desta grande festa dos livros constitui um reconhecimento de sua riqueza artística, além dos laços sanguíneos e históricos que a atam à Ilha.

Bugallo destacou que esta é uma oportunidade para a província autonômica espanhola de mostrar ao mundo os valores de sua literatura e outras artes, com uma linguagem contemporânea que demonstra a vitalidade de sua cultura, profundamente identificada com suas raízes e tradições.

O caráter popular é um dos valores da feira no país, já que o evento não se circunscreve à venda de numerosos títulos com mais de oito milhões de exemplares, mas que propõe um variado espectro de atividades e apresentações, assegurou Iroel Sánchez, presidente do Instituto Cubano do Livro.

Encontros com reconhecidos autores nacionais e estrangeiros, colóquios, foros literários, um espaço para as ciências, espetáculos musicais e de dança, além de ciclos de cinema, serão algumas das atrações durante a presente edição.
Sánchez sublinhou que a feira percorrerá o território cubano até o nove de março que vem com sede em 41 localidades fora da capital, e neste ano se somam os municípios II e III Frente Oriental, em celebração do aniversário 50 do Triunfo da Revolução.
Augurou, aliás, maior enriquecimento das relações e a história da Galiza e Cuba, a partir desta confraternização cultural.
Francisco Sesto, ministro de Cultura venezuelano, Prêmios Nacionais de Literatura e familiares dos Cinco Heróis presos nos Estados Unidos por combaterem o terrorismo estiveram também presentes na cerimônia de início.

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