segunda-feira, março 29, 2010

Guardia Civil espanhola irrompe no desenvolvimento da Escola de Formaçom de BRIGA e AGIR

Segundo fontes da organizaçom que venhem de pôr-se em contacto com este portal informativo o militante independentista Iago Barro Minhons era detido há escasos minutos pola Garda Civil em Pontedeume. Um novo control do corpo repressivo estaria esperando novamente aos e às participantes da Escola de Formaçom para ser identificad@s.

Iago Barros Minhos foi levado algemado para a esquadra de Fene sob a acussaçom de “ameaças à autoridade” após negar-se a entregar a câmara de fotos que portava. Até o momento nom há mais informaçom do estado do patriota galego.

Passadas as 14.30h Iago Barros Minhons ficava em liberdade após passar quase três horas na casa-quartel de Fene.

Após falar telefonicamente com o companheiro, este relatou-nos que à volta dumha das actividades programadas na Escola de Formaçom um controlo da Garda Civil retinha vários carros na Avenida de Ferrol, em Pontedeume, para proceder a identificar vári@s participantes.

Após identificá-lo, a Guarda Civil espanhola exigiu a entrega da máquina de fotos que portava o companheiro para comprovar que “nom houvesse fotos dos agentes e manter a privacidade” dos membros do corpo repressivo “já que podiam ser utilizadas e difundidas”. Iago Barros negou-se a entregar a máquina indicando-lhes que podiam ver as fotos, mas que a máquina nom ia entregá-la. Em todo o momento @s jovens mantivérom a calma sem cair nas provocaçons policias, com umha atitude dialogante com os agentes.

Perante a negativa por parte do Iago Barros de entregar a máquina, o jovem militante de AGIR , cuja atitude em todo o momento foi tranqüila, como se pode apreciar na foto que acompanha a esta notícia, foi detido. De maneira falaz, a posterior e surrealista denúncia policial indicaria que o companheiro “se resistiu à denteçom, sendo necessária a intervençom de vários agentes”. Em palavras da benemerita, a atitude do Iago teria sido “provocatória e burlesca, realizando espaventos”. Os membros do corpo repressivo também afirmárom que o companheiro utilizou a sua altura “para intimidar aos agentes” (sic).

Iago Barros é agora acusado de “desobediência e ameaças à autoridade” e será julgado a próxima quarta-feira em Betanços por meio dum julgamento rápido.



Información achegada por: Primeiralinha.org

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