terça-feira, abril 13, 2010

Causa Galiza recupera a história dos mártires de 1846 com umha jornada soberanista em Carral

O foro soberanista escolheu a vila de Carral para dar continuidade a umha lembrança que, desde Murguia às Irmandades, consituiu um ritual obrigatório para o movimento galego: trata-se de rememorar a insurrecçom de 1846, denominada na imprensa da altura "Revoluçom galega", onde confluiram os degaros democráticos de parte do exército com a vontade galeguista do estudantado compostelano, chefiado por Antolín Faraldo. A tentativa rematou em derrota militar, doze fussilamentos e um estado de excepçom que arrastou dúzias de pessoas ao exílio.

Causa Galiza convoca as suas actividades para o sábado dia 24 de Abril, começando com umha concentraçom diante do Monumento aos Mártires, e saindo em rondalha cara a Igreja de Paleo, lugar onde estám soterrados. A jornada continuará com umha ceia na carpa A Ferro e Lume, no próprio Carral, e com um concerto na sala The Star. As pandereiteiras de Bouba darám passo aos grupos Zenzar, Machina e Labregos do tempo dos Sputniks.

Também em Lugo.

A lembrança dos mártires também tivo lugar em Lugo no dia de hoje, de mao do centro social Mádia leva. Num roteiro urbano guiado polo historiador Uxio Breogán Diéguez, percorrêrom-se os pontos mais emblemáticos da insurrecçom, que dera começo na cidade das muralhas há 164 anos. Vários pontos da cidade fôrom marcados com pequenos panéis explicativos dos sucessos daquele Abril.

A jornada rematou com um encontro da Liga Nacional de Bilharda nas beiras do Minho, no bairro da Ponte.

GalizaLivre

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